25 de abril de 2010

Afinal não passa dum ossito...

Pois é! Afinal não passa dum ossito e o corpo trabalha rápido para regenerar o que está "avariado". Ainda só passaram cinco semanas desde o acidente e, vendo bem as coisas, não uso gesso nem suspensão de braço, movimento todas as articulações e as radiografias já mostram osso novo a formar-se em torno da fractura - apenas uso uma ortosis que serve para manter o osso no sítio com auxílio dos músculos. Por falar em radiografias, cá está uma das palavras mais difíceis de pronunciar: røntgen.
Bom... parece que o pior já lá vai e aí estão os primeiros concertos (cf. Programa das festas), e este teve a companhia duma Brass Band de Arendal: Lille Torungen. Foi um excelente fim de tarde de domingo, em que a maior parte da assistência era constituída por familiares e amigos dos executantes dos dois agrupamentos. O programa da ABO foi o seguinte:
               Royal Fireworks - Haendel
               Rise of the firebird - S. Reineke
               Ballet egyptien - A. Luigini
               Klezmer carnival - P. Sparke


Foi muito bom poder voltar a tocar, ainda que não tenha sido o instrumento habitual: por causa do braço fui parar à percussão - uma boa fisioterapia!
Temos mais umas quantas actuações previstas, algumas delas com a participação de cantores e bailarinos, como por exemplo na Suite Carmen (arranjo de Alfred Reed). Tem um sabor especial virmos parar a um agrupamento que "vê" a música da mesma forma e com ambições idênticas às nossas, em que tudo é feito e pensado com o objectivo de diversificar, agradar aos participantes e entusiasmar o público.
A Filipa está envolvida até "às pontas dos cabelos" com a AGMK na preparação do tattoo de exibição para o 17 de Maio, e está a sair-se muito bem. Esta Marching band participa todos os anos em concursos nacionais e, muitas vezes, internacionais; é espectacular vê-los treinar e actuar sendo, ainda para mais, só jovens até aos 18 anos.
Os ensaios também são uma forma de socializar. Em todos os agrupamentos de que fazemos parte, o intervalo é usado para beber café, comer bolo e fazer sorteios de rifas. Normalmente, os prémios são garrafas de vinho e há sempre alguém (ou um conjunto de pessoas - naipe) responsável por fazer o café e levar os bolos.
Devido à preparação do 17 de Maio, não vamos poder viajar com o Arendalskoret à Dinamarca para um festival de coros... fica para a próxima.

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